domingo, 5 de junho de 2011

Um entrevista sensacional - Dar liberdade aos funcionários ajuda a empresa a inovar!

O Brasil pode se tornar líder global em inovação

Depois de visitar várias corporações no Brasil, o especialista americano em inovação Michael Schrage não tem mais dúvida: nosso principal problema é compartilhar informação. O Brasil pode se tornar líder global em inovação. Para chegar lá, contudo, as empresas precisam promover a cultura da cooperação.


O que falta para as empresas brasileiras se tornarem inovadoras em âmbito internacional?
M.S:  Os empreendedores brasileiros estão entre os mais bem preparados, motivados e abertos que conheci. São famintos por negócios inovadores, como já foram os do Vale do Silício. Nos próximos anos, as empresas do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) vão ser as grandes inovadoras globais. Mas há alguns desafios a serem superados. E não se trata de dinheiro. Existe uma falta de cultura da inovação nas organizações desses países, incluindo o Brasil. As empresas ainda se esforçam pouco para criar um ambiente que incentive o compartilhamento de informações entre as pessoas e a colaboração cruzada entre departamentos. Essa troca aumenta a chance de se criar produtos ou serviços surpreendentes. Uma estrutura rígida torna a inovação um mero acidente de percurso, e não um processo natural, que faz parte do modelo da empresa. 

Quais são os maiores desafios do Brasil?  
A lista de obstáculos é grande: infraestrutura de suporte inadequada, intranets medíocres e ferramentas de feedback, como avaliações 360º, utilizadas sem eficiência. Um funcionário inovador, por exemplo, costuma ter de esperar pela aprovação do seu chefe para realizar qualquer ação que envolva alianças com outras áreas e criação conjunta. 

Como implantar então uma cultura da inovação?  
Em geral, as inovações mais importantes resultam da interação e colaboração entre pessoas talentosas, e não de uma iniciativa individual. O ponto-chave para se criar uma cultura de inovação na empresa passa por não “empoderar” apenas os funcionários mais inovadores, mas tornar o mais fácil possível que pessoas talentosas trabalhem juntas. Há empresas que têm conseguido construir bons modelos. Um bom exemplo é a Embraer, que, apesar de ser uma grande corporação, tem lições que servem para empresas de qualquer tamanho. Nem sempre a Embraer esteve entre as marcas mais inovadoras. Mas tudo começou a mudar quando entrou em cena um de seus mais importantes clientes, a Jet Blue, que promoveu um ótimo sistema de colaboração na criação de aviões sob medida para suas necessidades. Os executivos da Embraer reconhecem que sem as demandas da Jet Blue a empresa não teria se tornado tão colaborativa. A nova geração de jatos projetados por elas, em parceria, levou a brasileira a ter um grau de colaboração nunca antes alcançado entre suas divisões. 


Qual a importância de investir em tecnologia? 
Eis uma questão essencial. Basta lembrar o início dos anos 2000. Naquela época, se uma empresa considerasse importante que todos os funcionários tivessem um celular seria vista como excêntrica. Dez anos mais tarde, todos têm um celular. Na verdade, muitos têm dois aparelhos: um para os negócios e outro para uso pessoal. Há alguns anos, também, ter um computador pessoal era um luxo. Hoje, muita gente acha que deve ter duas ou três máquinas. O mesmo vai acontecer com as novas tecnologias, como o GPS. Quando massificados, os serviços de localização permitem um grau de customização de atendimento e uma oferta de serviços inimagináveis. 

As empresas devem planejar menos e testar mais?
Uma das áreas mais importantes de minhas pesquisas se chama gerenciamento de risco em inovação. Acredito que seja um erro de julgamento e de gestão separar inovação de gerenciamento de risco. É comum nas empresas os chefes reunirem um grupo e simplesmente dizerem: “Ei, tornem-se inovadores, ou empreendedores”. É o tipo de abordagem que gera fracassos. E o risco? Fica por conta de quem? Nos Estados Unidos, durante a crise, algumas pessoas criaram instrumentos financeiros inovadores, mas não avaliaram os riscos. Todas as empresas que desejam se tornar mais inovadoras precisam integrar os processos de inovação e de gerenciamento de risco. A melhor maneira de fazer isso é com experimentos, criando protótipos e simulações do novo produto ou serviço. 

Como as empresas de pequeno e médio portes podem fazer isso?
As pequenas empresas têm as mesmas chances de criar simulações que as grandes. É uma verdadeira revolução de possibilidades trazidas por tecnologias como computação na nuvem, pelo Google e pelas mídias sociais. Fazer marketing, buscar informações, pesquisar qualquer dado hoje é mais barato e rápido do que jamais foi em toda a história. E vai ficar cada vez melhor. É só uma questão de tempo até que os tablets se popularizem e o acesso à internet rápida seja tão ou mais barato que a eletricidade. Essa base de consumidores conectados vai significar uma mudança radical na forma de fazer negócios. Nesse cenário, veremos uma democratização das plataformas de inovação. 

O conceito de inovação está mudando? Os negócios mais bem-sucedidos simplesmente adicionam valores a serviços existentes, não são exatamente novos. Ter uma grande ideia é ótimo. Mas não fundamental para inovar um modelo de negócios. É melhor apostar em um portfólio de pequenas boas ideias. 
 
Quais as grandes tendências de consumo?
Existem duas em curso: a primeira é a facilidade de uso de tecnologias complexas. Tudo ficará mais intuitivo e quase invisível, como faz a Apple, empresa que investe como nenhuma outra companhia, quase como obsessão, na melhor e mais simples interface possível. A segunda é a queda de preços. Empresas telefônicas já usam esse modelo de negócios há muito tempo. Dão quase de graça um aparelho em troca de uma fidelização no serviço. Por outro lado, tecnologias complexas e difíceis de usar vão perder espaço. Há inúmeras funções nos smartphones. Mas quem real¬mente usa tudo? Os inovadores de maior sucesso sempre se concentraram em como os consumidores conseguem mais valor no uso de seus produtos ou serviços. 

Poderia citar um exemplo de empresa que faz isso? 
É o caso da nova empresa de Jack Dorsey, cofundador do Twitter. Chama-se Square. O negócio se baseia em um dispositivo dado de graça que transforma o iPhone e outros smartphones em um leitor de cartões de crédito e débito. O modelo trabalha uma mudança fundamental na arquitetura da tecnologia de pagamento a cartão ao estender a qualquer pessoa a possibilidade de receber um pagamento por meio eletrônico. Isso se chama “ascensão da interoperabilidade”. No caso do Square eles estão ligando networks de redes sociais, mobile, pagamentos, bancos e cartões de crédito. Esse é um dos desafios da inovação — não basta ligar pessoa com pessoa. A questão é: como conectar redes com redes? 

O sr. tem provas de que esse método funciona?
Em uma matemática simples, os cinco grupos terão criado 25 projetos. E eu posso dizer pela experiência nas dezenas de empresas nas quais já apliquei esse método, que de 10% a 15% desses experimentos serão brilhantes e realmente úteis. Ou seja, haverá três ou quatro projetos intrigantes que farão a alta administração dizer “Uau”. Esse trabalho sempre gera de três a seis inovações rápidas, baratas e acessíveis, que têm o poder de transformar o negócio e a rentabilidade. É um bom investimento: fazer as pessoas colaborar e inovar juntas. 

Qual é o feedback das empresas?
Quando eu retorno às empresas e pergunto aos participantes o que eles acharam de mais útil na experiência, ouço que foi um investimento em suas próprias capacidades de inovar. Isso ocorre em cerca de 60% dos casos. As pessoas gostam do 5x5x5 porque as ajuda a se tornarem mais inovadoras. Os funcionários ficam contentes que a companhia tenha investido em seu potencial. Na verdade, tenho percebido que os envolvidos valorizam muito a troca e o capital humano compartilhado nesse tipo de interação. 


MICHAEL SCHRAGE
QUEM É: Graduado em ciência da computação e economia pela Universidade de Illinois, foi correspondente da editoria de tecnologia do jornal Washington Post e ajudou a criar o prêmio de ciências da Rockefeller Foundation
O QUE FAZ: Professor de empreendedorismo e inovação do MIT, blogueiro da Harvard Business Review e escritor.



Texto extraído da Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios.

sábado, 4 de junho de 2011

Mito ou verdade: nome da universidade pesa no currículo?

É muito provável que você já tenha escutado que aqueles que estudam em renomadas instituições de ensino superior terão mais facilidade de conseguir um emprego do que aqueles que estudam em instituições menos conceituadas. Mas será que isso é verdade? Até que ponto o nome da intituição de ensino influência a escolha dos recrutadores em uma entrevista?

Entrar e concluir uma instituição de ensino superior no Brasil, de fato, não é tarefa para todos. Segundo dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), apenas 8% da população brasileira possuem esse diploma acadêmico. Mas quando se trata das universidades mais conceituadas, esse número de pessoas que conseguem o diploma é ainda menor.

A coach Reginah Araújo, da Escola de Executivos e Negócios Master Mind, revela que o nome da universidade influência sim e, em determinados casos, é determinante na decisão dos recrutadores em uma entrevista de emprego. "Existem universidades que são realmente referência em algumas áreas e aí, o diploma de uma dessas renomadas universidades faz a diferença na análise do currículo".

Para os olhos do mundo corporativo, o aluno de uma boa faculdade já foi aprovado duas vezes: uma quando passou no vestibular e outra quando se formou, já que o grau de exigência nestas instituições costuma ser bem maior.

Quando se trata de candidatos para estágio, trainee ou recém formados que, geralmente, não possuem ainda uma grande bagagem profissional, o peso dessa escolha é mais acentuado. Claudia Monari, consultora da Career Center, consultoria especializada em gestão estratégica de carreiras e recursos humanos revela que "muitas empresas fazem seus processos seletivos para programas de estágio e trainee e já na pré-seleção definem de quais universidades devem vir os candidatos, antes mesmo de chamá-los para uma entrevista."

Mas afinal, como saber se uma universidade é bem conceituada? Uma dessa forma é conferir a avaliação do MEC (Ministério da Educação) sobre a instituição. Para isso existe o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) que é formado por três componentes principais: a avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes. Além disso, é possível encontrar ajuda em revistas e jornais que produzem rankings de qualidade e contato com pessoas que já passaram pelas instituições.

"Nome de universidade" - diferencial até quando?

Mas quem acha que apenas estudar em uma universidade renomada terá sempre um diferencial para concorrer no mercado está profundamente enganado. Especialistas em recursos humanos entrevistados pelo Portal Administradores são unânimes em dizer que a experiência profissional anterior conta mais na hora da escolha dos candidatos.

A consultora Claudia Monari analisa como importante o conceito da universidade na decisão dos recrutadores, mas faz uma ressalva sobre o tema. "Existe a possibilidade do candidato ser escolhido por conta da universidade que fez, porém quanto mais maduro, ou seja, quanto maior a maturidade do candidato, o fator universitário vai ficando mais distante, dando espaço para experiência, que conta muito mais." Para Cláudia Monari "nada substitui a prática do dia a dia e o perfil de competências que o profissional adquire com a maturidade".

Teresa Gama, diretora e consulta do Projeto RH, empresa especializada em recrutamento e gestão pessoal, compartilha da mesma opinião. Para ela "quando a vaga requer uma experiência específica, uma maturidade profissional, o que geralmente pesa mais é a bagagem do candidato e o seu perfil. E, não apenas isso, mas também se ele buscou ampliar seus conhecimentos, teve experiências, mesmo que com projetos que possam ter propiciado uma visão crítica, analítica, postura empreendedora etc.

Outros diferencias

Na busca de um "lugar ao sol" no mercado, outro fator que colabora na conquista para uma vaga é o constante aprimoramento. Para isso, aquele que busca manter-se atualizado através de, por exemplo, cursos, palestras, intercâmbio, leituras ou um novo idioma, é um profissional mais valorizado no mercado. "A pessoa também pode fazer uma pós-graduação boa e isso também dá um peso maior à sua formação", acrescenta a diretora do Projeto RH, Teresa Gama. 

Teresa salienta que "a formação é apenas um dos itens avaliados em um processo seletivo. O perfil e as competências que a posição requer têm um peso muito grande na decisão sobre a contratação. O mercado muda muito e requer um profissional atualizado e com as tendências que o cargo exige".

Mas para aqueles que ainda não possuem um currículo diferenciado e querem conquistar uma oportunidade, a especialista Reginah Araújo revela uma dica. "Quando o candidato não possui um belo currículo deve possuir um ótimo desempenho na entrevista com um bom marketing pessoal e surpreender o entrevistador". 

Por tanto, independente se você possui um bom currículo ou um ainda não tão bom assim, demonstrar sempre determinação, vontade e personalidade nas tarefas exigidas são trunfos para te ajudar a ter mais sucesso no futuro e no presente da sua carreira. 

Texto extraído do Portal do Administrador!

5 Opções de negócios para abrir em casa!

Boa taaarde!

Esses dias estava me lembrando de uns business que já inventei de fazer. E quer saber? Nasci pra essas coisas, hehehe! Tá no sangue! Já inventei de tudo, ja vendi bijux, hvaianas personalizadas, biquinis, doces, fiz bazar de roupas, e estou vendendo agora uns vestidos de festas (casamentos, formaturas...) longos e longuetes. Muita gente vem me perguntar: Cris, tou afim de vender algumas coisas pra ganhar dinheiro mas não sei o que! Pra essas pessoas que estão pensando em criar o seu próprio negócio mas não sabem o que fazer, aí vai umas dicas do que fazer e com um preço BASTANTE acessível!


1. Confecção de Bijuterias.

A artista plástica Camila Rahal, embora seja daquelas que nunca pensou em trabalhar em empresa, começou no ramo por acaso. Quando ficou grávida e se viu obrigada a trancar provisoriamente a faculdade, para não enlouquecer com tanto tempo livre em casa fazia bijuterias para si mesma, sem a pretensão de vendê-las. Mas bastou as amigas verem as peças para que os pedidos começassem, logo gerando uma rede de clientes. Frente às crescentes encomendas, a artista viu ali uma oportunidade de negócios realista com a sua futura condição de mãe e passou a investir na ideia. “Fazia peças, tirava fotos e enviava para as conhecidas por e-mail. Hoje com as redes sociais, ficou ainda mais fácil atualizar as clientes das minhas criações”, diz. A internet se mostra uma grande aliada nesse segmento já que, além da propaganda on-line gratuita (por blogs, fotologs e redes sociais), é possível se cadastrar em sites de vendas especializados em artesanato, como o Elo7.  Há seis anos no ramo, Camila ressalta a importância da participação em feiras. “Dá visibilidade e aumenta a clientela, que às vezes não pode comprar naquela hora, mas entra em contato depois”, comenta. Para esses eventos, ela ressalta que possuir uma máquina de cartão de crédito e débito é imprescindível. Outra frente de negócio, além das feiras e da internet, são as lojas que compram as peças dos artesãos e as revendem. A artista lembra ainda de órgãos do governo que têm como objetivo auxiliar os artesãos, a Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades (SUTACO), que oferece vantagens em impostos e crédito na compra de material. 

Negócio Confecção de bijuterias
Investimento inicial R$ 800 (ferramentas, peças para a montagem das bijuterias, cola, expositores, espelho e montagem de uma mini-oficina)
Faturamento médio mensal R$ 800
Média mensal de vendas 15 peças
Preço médio de venda R$ 65 
2.  Consultoria de Imagem


Em tempos de “imagem é tudo”, a roupa que se veste e a maneira como se porta passam a contar de maneira decisiva em todas as esferas da vida. Com esse novo espírito em vigor, uma profissão antes operada de maneira informal - pela opinião dos amigos - ganha espaço e legitimação no mercado: a consultora de imagem.
Mara Push, que é psicóloga de formação, conta que decidiu se dedicar à consultoria de imagem depois do nascimento dos filhos. “De alguma maneira, não se deixa de ser psicóloga como consultora de imagem, já que é necessário ouvir as pessoas, gostar de se relacionar e entender o que elas querem quando contratam esse serviço”, diz.
Ao contrário do que se costuma pensar, não basta só entender de moda para trabalhar como consultora de imagem: é feito um trabalho minucioso e personalizado, com base nas medidas, nos gostos, história e estilo de vida de cada pessoa. Depois de uma longa entrevista e um questionário sobre as preferências do cliente, as consultoras montam o que chamam de painel de referência, que contém desde cores e tonalidades que combinam com a pessoa até indicações de livros, pintura e arquitetura. Só então, depois de todas essas etapas, o armário do cliente é analisado e recomenda-se a doação de algumas peças, ajustes de outras e compras de roupas novas. Monta-se então alguns looks, como são chamados os visuais com combinações de peças, e tiradas fotos. Se o cliente optar, pode ainda ser feito um dossiê, com imagens de todo esse processo.
Silvia Beraldo, que abriu uma empresa do ramo com a sócia Alice Ciampolini há três anos, trabalhou no esquema home office desde o começo. Apenas agora, com uma cartela de clientes mais considerável, abriu um escritório. Ainda assim, as duas trabalham muito de casa. “O escritório tem uma função de profissionalizar mais as reuniões, mas passamos mais tempo trabalhando em casa, na residência dos clientes ou em lojas”, conta Silvia.
Tanto Silvia como Mara ressaltam que, nesse ramo, o negócio cresce mesmo é com a indicação. Mas Mara, quando começou, não teve dúvidas: mandou um e-mail para a toda rede de contatos avisando que passaria a se dedicar à consultoria de imagem.
Para quem quer começar nesse ramo, Silvia recomenda fazer um bom curso especializado. Como o público que requisita esses serviços possui, geralmente, uma renda mais elevada, cursos no exterior também são valorizados. “Quanto mais referência, melhor”, aconselha a consultora. Outra dica é ser membro da Associação Internacional de Consultoria de Imagem (AICI), que demonstra um diferencial de profissionalização na área, além de oferecer palestras e proporcionar encontros periódicos com outros profissionais da área. Mara atua ainda em outra frente de negócios: a parceria com lojas e empresas. “Há empresas que contratam o consultor para readequar o uniforme de seus funcionários e também para vesti-los para um evento especial, como uma premiação”, conta Mara. Para as lojas de roupa ela oferece o serviço de palestras e consultoria, tanto para funcionários como para clientes.

Negócio Consultoria de imagem
Investimento inicial De R$ 2.500 a R$ 10.000 (curso especializado em consultoria de imagem)
Faturamento médio mensal R$ 1.800
Média mensal de vendas 1 trabalho
Preço médio de venda R$ 2.000


3. Brigadeiro Gourmet

O doce caracteristicamente brasileiro ganhou roupa de gala, com novos sabores e embalagens sofisticadas que deixam as tradicionais forminhas como coisa do passado. A guloseima ganhou status de presente e, com isso, atiçou as colheres de pau de todo o país.
Quando Fernanda Silveira começou no ramo, há três anos, o brigadeiro gourmet ainda não fazia parte do vocabulário das doceiras. Apesar de ser formada em letras e direito e de já ter atuado profissionalmente como professora e advogada, foi trabalhando em casa que ela se encontrou. Bem afamada por seus dotes de cozinheira em Uberlândia (MG), onde reside, começou a ganhar clientela quando sua irmã a contratou para fazer os doces do seu casamento. A então advogada viu a chance de conciliar o novo ofício com a sua recém condição de mãe e começou informalmente. Fernanda conta que no início fazia todos os tipos de doce, o que, em Minas Gerais, a tornava apenas mais uma entre tantas. Como sua receita de brigadeiro era bem elogiada, fez uma pesquisa na internet e conclui que se especializar apenas em um doce poderia ser um diferencial. Abriu então a Amor de Brigadeiro.
Desde o início da ideia, a doceira quis profissionalizar o produto e por isso investiu em logomarca, site e embalagem. “Tem gente que pensa que eu tenho loja, só por conta do visual do site”, conta. Fernanda lembra, no entanto, que usar produtos de boa qualidade é o cerne da venda “Embalagem é importante, mas o mais importante mesmo é o gosto.”
Uma boa dica é fazer parcerias com lojas locais para a revenda dos doces. A Amor de Brigadeiro também vende pela internet para diversos estados do Brasil. “Desenvolvemos uma embalagem apropriada. Só tivemos dois casos que chegou com avarias. Até para Belém já enviamos”, diz Fernanda. Além de fornecer muito para casamentos e festas de toda a região, outra frente de trabalho detectada foi o fornecimento de brigadeiros com embalagens personalizadas com a logomarca de empresas.

Negócio
Brigadeiro Gourmet
Investimento inicial R$ 1.000 (ingredientes, embalagens, utensílios, construção do site)
Faturamento médio mensal R$ 600
Média mensal de vendas 700 brigadeiros
Preço médio de venda R$ 0,90 


4. Design Gráfico
 
Com uma ampla gama de atuação - desenvolvimento de embalagens, material para divulgação, websites e projetos gráficos para livros, entre outros -, o artista gráfico, também chamado de designer, tem a oportunidade de trabalhar de casa e circular mais livremente entre os diversos segmentos.
Claudia Hein, depois de trabalhar alguns anos na empresa onde aprendeu o ofício, viu as oito horas a serem cumpridas diariamente como um obstáculo. “Eu tinha várias ideias e o desejo de ser mais livre. Então decidi largar o emprego e começar do zero, mesmo sem ter nada em vista”, conta.
A primeira medida a ser tomada, segundo Claudia, é criar um bom portfólio on-line, para que as pessoas possam ver seu trabalho. Nesse primeiro momento, ela colocou ainda anúncios na internet, o que gerou bons projetos. Depois do portfólio pronto, a recomendação é ativar toda a sua rede de conhecidos, deixando-os cientes de sua nova situação de autônomo e da disponibilidade para pegar novos trabalhos. A designer aconselha que, depois desse primeiro momento, o profissional refine a sua área de atuação, dedicando-se em um nicho específico. “Justamente porque é muito amplo, há o perigo de não se especializar em nada, tornando-se um profissional genérico”, diz. Fazer contato com editoras e agências de publicidade também é um bom caminho, já que essas empresas possuem um grande volume de material a ser tratado.
Depois de dois anos atuando como autônoma, a profissional adverte que esse nicho também tem como característica períodos de altos e baixos. “É preciso ter autoconfiança e não se deixar abalar. Eu aproveito quando estou com pouco trabalho para me atualizar, buscar novas referências, pesquisar, desenvolver novas técnicas. Profissional autônomo não para nunca.” Outra tática que utiliza nos períodos mais críticos é acionar a rede de contatos. “Aviso para quem costumo trabalhar que estou disponível para pegar serviço. Não tenho vergonha nenhuma, às vezes a pessoa não está pensando em você e é só dar um toque que o trabalho vem”, aconselha.

Negócio Design gráfico
Investimento inicial R$ 3.000 (montagem de um mini-escritório com um bom computador para mexer com arquivos de imagens, boa conexão com a internet para envio de arquivos pesados)
Faturamento médio mensal R$ 4.000
Média mensal de vendas De 2 a 3 trabalhos
Preço médio de venda R$ 1.500


5. Havaianas Personalizadas


Primeiro passo pra este negócio é conseguir um bom fornecedor de havaianas, onde ele tenha um bom preço, diversificação de cores e facilidade nas compras. Segundo passo é conseguir outro fornecedor para o preenchimento da chinela. Esse tecido que envolve a sandália é o chamado Viés ( muito barato ), e no estabelecimento que você encontrar esse tecido, você também poderá encontrar enfeites, detalhes, rosinhas, e outras coisas que você pode colocar na havaiana pra deixá-la com uma cara bem diferente. Como vocês podem ver nessa imagem acima, tem uma etiqueta colada na havaiana, você também pode, claro, criar a SUA marca e divulgá-la, isso fará com que seu negócio fique mais organizado e todos conheceram sua havaiana pela sua marca! Um passo muito grande pra um bom negócio. Enfim, é fácil, prático e dá dinheiro, basta ter diposição!


Negócio Havaianas personalizadas
Investimento inicial R$ 200,00 (compra de havaianas, tecidos e enfeites)
Faturamento médio mensal R$ 600,00
Média mensal de vendas De 15 a 30 produtos
Preço médio de venda R$ 22,00 a 25,00 (dependerá do produto)

Gente, ficam as dicas! Espero que tenham gostado!

Té mais!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Empresas se antecipam à lei que dá fim às sacolas plásticas!

Lembro-me quando chegou uma rede de Supermercados de Atacados e varejo em Mossoró que não entregava sacolinhas de plástico pra colocar as compras. Fiquei simplismente indignada, como pode? Depois fui vendo que essa ideia estava sendo aplicada em várias redes de supermercados. O fato é que fazem mais de quatro anos  que essa lei esta em tramitação, o projeto de lei que proíbe a distribuição e a venda de sacolas plásticas no comércio da cidade de São Paulo foi aprovado e sancionado. A lei nº 15.374 foi publicada no dia 19 de maio. Mas há uma outra data ainda mais decisiva para os comerciantes paulistanos: a partir de janeiro de 2012, nada de sacolas plásticas nas lojas da cidade. Esse período é justamente para que os paulistanos tomem consciência dessa responsabilidade ambiental. Quem descumprir a lei pagará multa, que varia de R$ 50 mil a R$ 50 milhões, de acordo com o faturamento da empresa. 

O interessante é que vários empresários ja tomaram isso como política de sua empresa. A diretora de marketing da Rica Festa, Elis Rinaldi, afirmou: “Notamos que os nossos clientes questionavam no caixa se havia sacola de papel para as compras pequenas, como uma velinha de bolo ou mesmo um pacote de guardanapo. Alguns até passaram a se oferecer para levar o produto na própria bolsa”. 
Elis acredita que a rejeição ao plástico é característica de seu público - 80% formado por pessoas das classes A e B. “Para nós, o custo da sacola de papel chega a ser o dobro em comparação ao plástico, porém, o retorno dos clientes tem sido positivo, pois atendemos um nicho que tem consciência do impacto ao meio ambiente”, afirma.

As empresas farão um certo investimento para que realmente seja padronizado, mas o retorno que a organização vai ter vai ser bem melhor, pois ela passará pra os consumidores a "boa imagem" e por consequência isso afetará as suas receitas. Assim avalia Leonardo Diniz, diretor da Drogaria Iguatemi, com lojas em quatro shoppings paulistanos. Em julho passado, a troca do plástico pelo papel de reflorestamento elevou o custo unitário da embalagem de R$ 0,04 para R$ 0,90. “Aproveitamos a reforma das lojas para trocar as sacolas e fazer um layout sofisticado. Os clientes hoje praticamente desfilam com a nossa sacolinha e divulgam a empresa”, diz.

Em Belo Horizonte, onde a lei já está instituída, a chamada “sacola ecológica” (biodegradável) é vendida a R$ 0,19 para os clientes. Sua matéria-prima é de origem orgânica e passível de degradação pelas bactérias. Através disto, foi feito pesquisas, levantamentos e análises pela Associação Mineira de Supermercados (AMIS) e a conclusão foi que a cada dez consumidore, sete ja levaram a sacola ecológica e no início, assim que a lei foi aplicada, a cada dez, quatro pessoas compraram a sacola. 

A tabela comparativa de preços entre os materiais das sacolas pode ser muito variada, dependendo do tipo e qualidade. As opções em papel e a biodegradável podem ter o mesmo preço, enquanto a oxibiodegradável seria 23% mais barata e a de plástico comum, 30%.

Bom, lembrando que o uso da sacolinha de plástico comum continua em permissão, para embalar produtos vendidos a granel e alimentícios que soltam água, como as carnes.Outra obrigação presente na lei paulistana será a de afixar placas informativas (de 40 X 40 cm) nos estabelecimentos comerciais com os dizeres: "Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis”.

Com maior profissionalização, empresas têm deixado de lado o velho QI!

Ter uma pessoa "costas-quentes" sem avaliação de competência é prejudicial para as relações de trabalho.


No mercado de trabalho é comum que uma vaga seja preenchida por profissionais indicados. Entretanto, antes de serem aprovadas, estas pessoas participam do processo seletivo, assim como os demais candidatos. É o que afirma o headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Romulo Machado.

“Hoje, 85% das contratações são de indicações, mas as empresas avaliam as competências e o comportamento destes profissionais”, explica. As outras contratações são feitas por meio de busca de profissionais no mercado pelas consultadorias e uma minoria é realizada apenas pela recomendação de alguém.

De acordo com o professor de Gestão de RH (Recursos Humanos) da Veris IBTA, Cristiano Luiz Rosa, a contratação de pessoas baseadas apenas na recomendação tem diminuído na última década.
“Isto ainda acontece, mas não com tanta influência. Com a abertura de capitais, as empresas estão cada vez mais profissionais. Hoje as empresas buscam resultados”, diz. Ele acrescenta que a contratação baseada somente na confiança é comum em empresas em que não existe governança corporativa. “Estas empresas estão fadadas ao fracasso”, enfatiza.

Falta de interação

Ter um profissional “costas-quentes”, por ser o indicado de alguém, prejudica em especial as relações de trabalho, principalmente se esta pessoa ocupa um cargo de liderança. Rosa compara esta situação com casos que acontecem no mundo do futebol.

“No mundo do futebol é comum a queda de técnicos que eram de confiança dos dirigentes do clube e de jogadores que eram de confiança dos técnicos. Só a confiança não basta. É necessário que haja uma integração com a equipe”, diz.

Já Machado afirma que, no caso da pessoa que tem um cargo de chefe, os problemas como falta de motivação da equipe acontecem somente se a pessoa não tiver a competência e o comportamento esperados tanta pela empresa como pelos colaboradores.

“Nesta situação, os profissionais apresentaram um descontentamento e desmotivação. A mensagem que a empresa irá passar é que naquela empresa não se cresce por merecimento, mas pelo famoso QI [Quem Indica]”.

Ele explica ainda que, em situações assim, não se formam bons profissionais. “Nada é melhor do que treinar os próprios profissionais. Os funcionários conhecem a cultura e os processos das empresas”.

Já no caso de profissionais que são indicados, mas não são chefes, o headhunter afirma que não a contratação deste colaborador não impacta negativamente na equipe. “Esta pessoa irá aprender, ele terá as mesmas oportunidades que os outros”, finaliza.


Texto extraído do Portal do Administrador!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Harvard: Sim, você pode!

Harvard University: Uma das instituições mais respeitadas do mundo!


Por esta instituição passaram vários ex-presidentes norte-americanos, como Franklin Roosevelt, John F. Kennedy e George W. Bush. Além desses, a universidade recebeu ainda o atual mandatário do país, Barack Obama, e os gênios nerds Bill Gates.

Com tanta história e uma galeria de ex-alunos ilustres bem extensa, a Universidade de Harvard só poderia ser, também, a mais cobiçada por estudantes do mundo todo, inclusive do Brasil. Atualmente, 64 brasileiros estão matriculados na instituição, todos em cursos de pós-graduação, sendo que a maior parte deles estuda na escola de negócios, a Harvard Business School.

 Pelo pequeno número de brasileiros matriculados - em um universo de cerca de 20 mil alunos - dá para perceber que conseguir uma vaga na instituição não é das tarefas mais fáceis. Segundo o jornal americano Wall Street Journal, até o magnata Warren Buffett foi rejeitado por Harvard. Entretanto, se tem gente que conseguiu, pode até ser difícil, mas não é impossível. Então, como conseguir entrar lá?

"É um grande desafio, mas dá para chegar lá", afirma o brasileiro Pedro Henrique de Cristo, aluno do Mestrado em Políticas Públicas de Harvard. O caminho até a universidade norte-americana foi árduo, conta o estudante. Mas, com um bom histórico escolar e acadêmico e boas experiências, conseguiu atingir seu objetivo

"Pesquisei tudo que eu precisaria fazer para entrar em Harvard e decidi correr atrás. Eu tinha boas notas no colégio e na faculdade. Daí, consegui as cartas de recomendação e fui fazer as provas. Lá, tive um bom aproveitamento, o que me deixou confiante. Mas, mesmo assim, fiquei pensando: fazer mestrado em Harvard? Tem tanta gente que terminou a graduação por lá, o pessoal de Princeton, de Columbia, gente do mundo inteiro", conta Pedro.

- Agora, a pergunta é: COMO EU FAÇO PRA ENTRAR?

Dificilmente, aqui no Brasil, um menino de 12 anos planejaria estudar em Harvard. Mesmo assim, para conseguir uma vaga na cobiçada universidade, é preciso ser bom desde cedo. O currículo acadêmico não basta, na hora de batalhar por uma vaga em algum dos programas de pós-graduação da instituição. Ter boas notas no histórico escolar pode fazer a diferença.

Ter sido um bom aluno, no entanto, é apenas um dos mais básicos pré-requisitos. Nas seleções são exigidos diversos testes, que vão avaliar desde a fluência do estudante postulante no idioma inglês até as aptidões dele para a área de negócios.

"É preciso ter boas notas, fazer as provas do TOEFL, GMAT e GRE, apresentar cartas de recomendação de três pessoas que conheçam seu trabalho. Além disso, você tem de escrever três redações e ter um currículo profissional coerente com aquilo que quer cursar lá", explica Pedro.

 - Huum, Ótimo! Entrar é muito bom, alegria e tudo mais! Mas e pra permancer?

No fim das contas, entrar em Harvard é o mais fácil. Manter-se por lá que é complicado. O primeiro ponto, onde muita gente esbarra, é o financeiro. Estudar em Harvard não é nada barato. Então, se você não é rico (bem rico!), mas, mesmo assim, pensa em tentar uma vaga, apresse-se em batalhar por uma bolsa de estudos.

A despesa anual em Harvard não sai por menos de US$ 45 mil, segundo informações contidas no site do David Rockefeller Center for Latin American Studies (DRCLAS), centro de estudos de Harvard que mantém um escritório no Brasil.

No caso do estudante Pedro Henrique, a despesa total dos dois anos no mestrado será de US$ 140 mil, valor que não dá para cobrir somente com a bolsa que ele conquistou. "Eu consegui bolsa integral da Harvard e também da Fundação Estudar, mas, mesmo assim, tive de trabalhar de professor assistente e pesquisador assistente para fechar as contas", afirma Pedro.

O esforço, no entanto, vale a pena. Ter Harvard no currículo, sem dúvidas, será sempre um grande diferencial. Conhecida por sua diversidade, a universidade é um espaço extremamente fértil para a profusão de ideias e, por isso, um importante instrumento na formação de grandes profissionais, capazes de pensar diferente. Então, VÁ EM FRENTE. Afinal, não há sonho impossível para quem está disposto a lutar para realizá-lo.

Esta matéria foi publicada na Revista Administradores n`º2. 

Posto ALE abre vagas pra Administradores!

As vagas serão para belo Horizonte, NATAL e São Paulo, até o próximo dia 12;


A distribuidora de combustíveis ALE está com inscrições abertas para o Programa Trainee 2011. A empresa selecionará novos talentos para atuar nas unidades administrativas ou filiais da companhia em Natal (RN), Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP). Os interessados em participar do processo seletivo devem se inscrever, até o dia 12 de junho, nos sites www.ale.com.br ou www.focotalentos.com.br/ale2011.

Os trainees serão contratados ainda em 2011 e passarão por treinamentos e práticas em todas as áreas da empresa: operações, administrativo/financeiro, comercial/marketing e jurídico. "Este é o segundo ano consecutivo em que realizamos o processo de seleção de trainees, uma forma eficiente de atrair novos talentos para colaborar com o crescimento contínuo e acelerado da empresa", destaca o gerente executivo de RH da ALE, Vladimir Barros. Ele informa que a companhia vai contratar trainees com perfil empreendedor, visão estratégica de negócio, comprometimento, capacidade de inovar, trabalhar em equipe, potencial de liderança e foco no cliente.

Para concorrer a uma das vagas, o candidato deve ter concluído, entre junho de 2007 e junho de 2011, graduação em administração de empresas, marketing (correlatos), publicidade (correlatos), ciências econômicas, engenharia (s), direito, tecnologia da informação (e correlatos), ciências contábeis e direito. É preciso ter domínio do pacote Office e disponibilidade para trabalhar em horário integral. Pós-graduação e conhecimentos de inglês são qualificações desejáveis.

O processo seletivo contará com testes on-line, dinâmicas de grupo e painel com "business case". A ALE irá oferecer aos selecionados remuneração compatível com o mercado, programa de participação nos lucros e resultados, previdência privada, assistência médica e odontológica, alimentação e seguro de vida. 



Texto extraído do site: www.administradores.com.br