quarta-feira, 15 de junho de 2011

Dez dicas para melhorar as finanças da sua empresa!



Boa Noite,
Como vocês ja perceberam, dicas aqui para Administradores é o que não falta, (risos)! Hoje, vou falar sobre o que muito me interessa: FINANÇAS,$$$! Todos sabemos que este assunto é um dos aspectos mais importantes em uma organização e que precisa-se de toda atenção. O problema é quando tem defeitos, mas as pessoas não coseguem identificá-los, pois na maioria das vezes não dão a devida atenção. Problemas com relação ao fluxo de caixa é mais comum em pequenas empresas, isso é um erro que os consultores em finanças já vem encarando por muito tempo, por isso vamos as dicas de hoje:

1. Quais são os seus bens?
Muitos empresário tem aquela mania feia de sair comprando tudo que vem pela frente para o seu negócio e no final não sabem nem o que gastou, por isso, saibam tudo que é de bens, o que vocês investiram, desde a base do prédio até os computadores, tudo mesmo, pra não ocorrer de os equipamentos valerem mais do que a própria empresa e claro, sempre acompanhando as valorizações e desvalorizações destes objetos.


2. Quais são os seus bens?

Não vamos começar como um cego em tiroteio, sem saber pra onde ta indo e o que ta acontecendo. Tenha SEMPRE mente tudo que é seu, seja impostos, empréstimos, pagamos de água, luz, telefone, enfim, sempre tomando cuidado e acompanhando sempre. 

3. Quanto custa para produzir o que você vende?

Será que vocês estão vendendo o produto de vocês pelo preço adequado? Aquele produto que compramos e revendemos é muito fácil fazer o cálculo. Mas e aqueles produtos que nós fabricamos? Estamos vendendo pelo preço certo? Por isso, some todos os fatores de gastos na fabricação, pra saber o real valor a ser vendido.

4. Quanto custa para vender o que você vende?

Esse fator é tão útil quanto a pergunta anterior. É necessário saber quanto você gasta em propaganda, mão-de-obra, armazenamento e despesas gerais. Coloque tudo isso na ponta do lápis!

5. Qual é a sua margem de lucro?

Eu conheço muita gente que é empreendedor, mas por não ter as competências e habilidades adequadas acabam se perdendo nessa questão e até hoje não sabem qual é o seu lucro real. Por isso, calcule as vendas totais e divida pelo lucro. A sua margem de lucro precisa estar sempre estável, no mesmo patamar, ou superior. Se ela diminuir, é bom você pensar em reajustar os preços ou custos.

6. Qual é o índice de dívidas?

Esse índice é responsável pelo balanço do quanto a sua empresa ‘pertence’ a outras pessoas. Se esse índice sobe, pode ser um mau sinal. Pode ser que sua empresa esteja crescendo, mas pode indicar também um descontrole.
7. Qual é o valor das suas contas a receber?

Calcule tudo que você tem a receber. Se por acaso este índice estiver em alta, sinal que os seus clientes não estão pagando a contas, por isso, prestem bem atenção neste ponto.

8. Quanto tempo leva para você cobrar as contas a receber? 

Essa informação é a mais perturbadora para empreendedores. Para calcular, saiba quantas vendas são feitas por dia, em média, e divida pelo número de contas a receber. 

9. Quais são as contas a pagar?

O aumento nas contas a pagar significa uma demora maior para pagar as contas ou uma quantidade maior de compras. Um aumento não planejado pode ser um alerta de que a força financeira da sua empresa não está bem.

10. O que está acontecendo com seu estoque?

   Antes eu não dava tanta atenção a este setor, achava que poderia ser levado de uma certa forma, sem muita prioridade, mas depois que tive aulas sobre isso, descobri que não é bem assim. As compras devem ser muito bem planejadas, porque caso contrário o capital investido podem afetar as previsões de lucro. Existem momentos em que ter um grande estoque é bom. Se o preço dos itens que você vende ou usa na produção estiverem baixos, faz sentindo investir no estoque. Mas se o seu estoque está parado, isso significa que você gastou um dinheiro que poderia servir para outra coisa, como pagar uma dívida.

Espero que tenham gostado... Continuem acompanhando o blog, porque ainda vem muita novidade por aí e guardem estas dicas, elas pesam muito na hora da administração financeira da organização.


Crislany Karla.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Medos dos negócios? Saibam como Superá-los!

Boa Noooite,

Desde os primeiros dias de aulas na faculdade que eu venho vendo sobre empreendedorismo (Amanda Paolla) e que quem é empreendedor ou quem pretende ser, sabe que são muitas dificuldades, embora tenha muitos benefícios também. Muitas pessoas tem medo e para essas saibam que vocês não estão sozinho, várias pessoas não conseguem dar o salto e virar empreendedores.
Por outro lado, aqueles que dão um jeito de transpor esses medos e dificuldades iniciais e começam a tocar os seus negócios logo se esquecem daqueles receios iniciais. Para aqueles que não conseguem encarar isso, aí vai umas dicas básicas baseadas em frases comuns que encontramos no dia a dia:

1. “Se eu encontrar o negócio certo, eu terei sucesso.”   Bom, de acordo com os meus conhecimentos adquiridos neste curto período, a frase acima está baseada mais no produto do que no empreendedor mesmo. Se você tem convicção que é capaz de colocar um negócio pra frente e tornar o produto bastante competitivo, vá em frente! Correr risco? Sim, sempre...mas riscos calculados!


2. “Trabalhar por conta própria é arriscado, e eu quero uma vida confortável e normal.”  Ainda que todos gostem de estabilidade, empreendedores que aceitam – e se planejam para – a inconsistência no curto prazo podem desfrutar, no fim, de uma vida cujos rumos eles mesmos escolheram.

3. “Tenho medo do desconhecido.” Galerinha, para aqueles que têm receio de ter seu próprio negócio têm muito medo das ambiguidades do empreendedorismo. Mas os empresários que aceitam essas zonas cinzentas aprendem a produzir resultados mais previsíveis no futuro. Por isso, aceitem e produzam!

4. “Qualquer fracasso irá me matar.” Ninguém gosta de fracassar, mas os empreendedores adquirem conhecimento para não se colocarem em situações arriscadas. Um administrador experiente sabe vislumbrar o pior cenário possível para poder se preparar para navegá-lo, não é verdade? :)

5. Não é a hora certa para começar um negócio.” Algumas pessoas agem como se houvesse somente dois períodos no universo: o tempo certo para começar um negócio e o tempo em que todos os empreendedores em potencial estão vivendo. Mas não se enganem, pois o verdadeiro empreendedor declara que agora é a hora certa e encontra uma maneira de fazer o negócio funcionar.


Espero que tenham gostado, e lembrem-se: Assumam os seus medos! Esqueçam! e Sigam SEMPRE em frente! Superem-os pois, VOCÊ, Administrador, é bem maior do que eles.


Crislany Karla.

domingo, 12 de junho de 2011

Cuidem bem do seu Colaborador e VOCÊ se sentirá bem!

Muito Boa Noiteee, 
Bom, hoje vou falar um pouco sobre o que venho refletindo a alguns dias atrás, que é sobre o nosso colaborar, Ele está bem? Você se preocupa com ele? Ele esta satisfeito e animado em trabalhar dentro da sua empresa?. Foram feitas algumas pesquisas sobre este assunto, e algumas reportagens relataram que tinham funcionários que cometiam suicídio, porque simplesmente não estavam felizes em seu local de trabalho.

Mas enfim, como o nosso blog é voltado para Administradores, a pergunta é: A sua empresa é um bom lugar para se trabalhar? os seus colaboradores estão satisfeitos? Eles realmente vestem a camisa da empresa? . Se você analisou e viu que todas as respostas estão negativas, então STOP! Há um grande problema na sua empresa. Precisa-se rever este caso e procurar urgentemente a melhor solução. Infelismente, ainda há muitas empresas que focam somente em Vendas, vendas e vendas e acabam esquecendo dos seus CLIENTES internos, os próprios colaboradores. Quer umas dicas para reverter a sua situação? Aí vai umas:

1. Quando possível, é importante dar ao colaborador a oportunidade de estar no comando, mas entenda, não colocá-lo na SUA posição, mas é permitir que os funcionários personalizem seus ambientes de trabalho com objetos e cores de sua preferência também pode ajudar.

2.  Muitos empregadores gastam tempo demais com reuniões pouco eficazes, que tomam o tempo de trabalho do colaborador e não melhoram seu desempenho. A dica é marcar reuniões quando realmente for necessário. Lembre-se: SOMENTE QUANDO NECESSÁRIO!!!

3. O empregador deve incentivar as relações sociais. Uma maneira eficiente é organizar o local de trabalho de forma que as pessoas possam interagir. Comemorar aniversários (Veja neste blog, logo abaixo, dicas de como comemorar o aniversário do seu colaborador) e fornecer uma área confortável para alimentação, além de promover atividades e encontros fora do horário de expediente também ajudam.

4.  Saúde. Motivo de falta para muitos colaboradores, por isso é preciso focar bem neste ponto. Se o seu colaborar esta insatisfeito, cansado, desanimado e estressado, é triste dizer, mas a tendência dele é adquirir problemas como hipertensão, problemas gastrintestinais e se o caso for pior, até um suicídio. Para amenizar o problema, é interessante promover competições para perda de peso, além de fornecer refeições balanceadas e dar descontos em academia. Estimule-o a ter uma vida saudável.


5. Organize pequenos eventos na empresa. Pode ser um café da manhã, por exemplo. Distribuir vale-presentes, sortear brindes ou promover competições pode demonstrar o apreço do chefe por seus colaboradores. Enfim, quebre a rotina!

Meus queridos, se vocês perceberam nenhum destas dicas tem relação com o aumento de salário, são apenas gestos e atitudes que transforma o dia a dia do seu colaborador, por isso, ficam as dicas e espero que vocês realmente tomem-as para si e apliquem no seu dia e podem ter a certeza de uma coisa: A produção dentro da sua empresa irá multiplicar.

Boa Sorte a todos!!!
Crislany Karla

Como negociar bem!



O processo de negociação envolve basicamente 5 etapas: Reconhecimento, contato inicial, preparação, construção da solução e fechamento.

A primeira etapa é o reconhecimento. Nesta etapa você deve buscar informações sobre a pessoa ou empresa com quem você negociará. Segmento, clientes, fornecedores, histórico, participação no mercado, certificações, enfim, todas as informações que poderão contribuir para que você identifique um perfil para que realize a melhor abordagem.

A segunda etapa é o contato inicial. Nesta etapa o negociador estará identificando os possíveis problemas e oportunidades existentes. Muitas vezes é o primeiro contato formal e momento este onde deverá então obter a confiança de seu "oponente".

Na etapa da preparação (terceira etapa) é onde o negociador deverá identificar as reais necessidades e interesses de seu cliente e estabelecer assim seus limites mínimos e máximos para serem praticados durante a negociação. É muito importante estabelecer estes limites para que se possa dar um direcionamento para a negociação e estudar possíveis concessões que sejam necessárias.

Na quarta etapa, a construção da solução o negociador deverá apresentar a solução que venha de encontro com os interesses da outra parte, desenvolvendo assim uma proposta transparente, justa para ambos os lados e esclarecendo quaisquer dúvidas existentes. Agregar valor através de soluções intangíveis (segurança, status, realização, etc) poderá contribuir para o sucesso da negociação.

A quinta etapa, e tão esperada, é o fechamento. Nesta etapa o negociador deve gerenciar todas as objeções ou eventuais inseguranças existentes a fim de clarificar o que fora acordado até o momento e manter assim um clima de satisfação e harmonia, evitando arrependimentos futuros. É necessário que ambas as partes percebam o resultado de uma negociação ganha-ganha. Caso não esteja clara esta percepção ou ao contrário, está clara apenas situação de desvantagem, é viável adiar a decisão, utilizar de recessos para repensar as estratégias e renegociar as condições.

Ao finalizar cada negociação, reveja como foi o andamento delas e identifique necessidades de melhoria que possam contribuir para que tenha maior facilidade que na negociação anterior. Aceitar que pode se tornar um negociador melhor através da correção de algumas falhas é imprescindível para ser um profissional de sucesso. O aprendizado deve ser constante.

Seguem algumas dicas para contribuir sua preparação para a negociação:

1. Identifique o estilo de personalidade e comportamento da pessoa com quem estará negociando. Desta forma poderá se adequar a este estilo de perfil e criar uma identificação com a outra parte.

2. Evite atitudes negativas e de competição pura. Busque obter a cooperação pois ela levará ao resultado ganha-ganha, enquanto atitudes negativas garantirão apenas o ganha-perde.

3. Inicie a negociação sempre que possível com perguntas abertas. Isto facilitará a obtenção de informações preciosas que muitas vezes são disponibilizadas nas "entrelinhas".

4. Se não compreendeu a pergunta, não responda. Sinta-se a vontade em solicitar para repetirem a pergunta. Assim é possível evitar o risco de informar o que não era necessário naquele momento.

5. Não tenha medo de parecer despreparado ou ignorante sobre o assunto. Ele pode pensar isto, mas fará parte de sua estratégia.

Bons negócios!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Indicação de Livro: Finanças e Estratégias de Negócios para Empreendedores !


O livro apresenta o conceito de empreendedorismo, discutindo especificamente aspectos financeiros que devem ser considerados na elaboração, criação e desenvolvimento de novos negócios. Considerando que muitos dos empreendedores não possuem exatamente um perfil "financeiro", o livro tem a vantagem de ser de leitura agradável, mas sem deixar de discutir aspectos que devem ser analisados por todo empreendedor na hora de criar o seu negócio.

O jovem empreendedor de hoje!

Conhecido por sua criatividade e determinação, o jovem empreendedor brasileiro é atento à evolução dos negócios como chave para se destacar no mercado competitivo. Esta preocupação engloba todas as camadas da sociedade, tanto aquelas guiadas pela necessidade, quanto as que se agarram às oportunidades, e é essa veia empreendedora que está cada vez mais em evidência no mundo dos negócios. 

Em 2008, pesquisa realizada pelo Global Entrepreneurship Monitor (GEM) mostrou que estamos na 13ª posição do ranking mundial de empreendedorismo, com uma média de 12 a cada 100 brasileiros realizando alguma atividade empreendedora. Dado ainda mais motivador é que, de acordo com o mesmo levantamento, os empreendedores que buscaram a chamada oportunidade genuína, ou seja, iniciar uma atividade para obter maior independência, passaram de 38,5% em 2007 para 45,8% no ano passado.

Os números mostram que estamos no caminho para alcançar o objetivo de fomentar o empreendedorismo e, consequentemente, trabalhar para o crescimento do Brasil. Dentro do grupo das principais economias mundiais, o G-20, o Brasil (12,02%) é o terceiro mais empreendedor, atrás apenas da Argentina (16,54%) e do México (13,09%). Porém, dizer que somos muito empreendedores, não quer dizer que somos altamente inovadores. A participação brasileira no lançamento de produtos novos com tecnologia desconhecidas até então, infelizmente, é muito pequena.
Somente 3,4% dos empreendedores lançam produtos novos, com diferencial tecnológico nacional. O que é um desperdício, tendo em vista a criatividade do povo brasileiro. É hora de mudar esse conceito. Para fazê-lo, é imprescindível termos uma política de desenvolvimento baseada em conceitos de gestão adequados, e com a observância de princípios fundamentais para o empreendedorismo. 
Estamos perdendo tempo para investir nessa área. Os jovens que ingressam nesse grupo precisam de ferramentas, treinamentos, cursos de extensão. Além de formação acadêmica, que ao invés de preparar executivos para trabalhar em empresas, forme o líder que iniciará seu próprio negócio.
Todo esse processo ajudará o jovem empreendedor a não temer abrir uma empresa diferenciada, mesmo no complexo ambiente de negócios no Brasil - que engloba obrigações fiscais; juros altos, impostos elevados e taxas que dificultam o acesso ao crédito. Com informação, ele vai buscar o pioneirismo e acreditar que essa pode ser sua chance de ter sucesso no mercado. 
Entidades industriais e o setor privado, em todo o país, já identificaram essa necessidade e, cada vez mais, agrupam os jovens com esse perfil para garantir uma identidade a essa classe. Exemplos desse trabalho são: o Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Fiesp, do qual faço parte, e a Ação Jovem do Mercado Financeiro (BMF&Bovespa) em São Paulo, a Confederação Nacional de Jovens Empresários (Conaje), em Brasília; o Instituto de Estudos Empresariais (IEE), no Rio Grande do Sul; entre outros.

Em síntese, ser hoje um jovem empreendedor no Brasil é ultrapassar os desafios e a burocracia de um país que ainda não o vê como patrimônio, mas que será obrigado a descobrir a riqueza que tem em mãos.

Extraído da Revista PEGN .

Quer pedir demissão? Saiba o jeito certo!

Saiba como avisar seus gestores que está partindo para novos horizontes profissionais e aprenda o que não fazer nos últimos dias da empresa.
Talita Abrantes - EXAME.com

 
São Paulo – Apesar da desaceleração, as oportunidades de trabalho continuam pipocando por aí. Quem cede à tentação - ou admite que seu ciclo dentro da empresa atual terminou - tem que se encher de coragem para enfim chegar até a sala do gestor e pedir demissão.
Mas é aí que reside boa parte dos perigos e escorregões profissionais. Naquela de jogar tudo para o alto, muita gente se esquece de que a vida dá, sim, algumas boas voltas. E, mais cedo ou mais tarde, você pode topar com seu superior, colegas de trabalho ou empresa ao longo da trajetória profissional. 

EXAME.com consultou especialistas em comportamento organizacional para checar qual a melhor maneira de se comportar na hora de pedir demissão - e nos dias que antecedem o adeus. 

1. Você está certo disso?
Não se atreva a rumar para a sala do chefe sem ter plena convicção da sua decisão. Em outras palavras, não vale pedir demissão com o corpo inteiro ainda em cima do muro. Antes de pedir para sair, de maneira racional, levante todos os prós e contras dessa transição para a sua carreira como um todo. 

2. Ainda não fechou em contrato? Então, espere
Outro ponto: só peça demissão quando tiver certeza plena que a vaga é sua – com data de início e documentação. “Vira e mexe aparece alguma empresa que cancela o processo”, afirma Vladimir Araujo, diretor de projetos da Ricardo Xavier Recursos Humanos. “Diante de crises econômicas ou acidentes, como o que aconteceu na usina de Fukushima, todas as contratações ficam em stand by”. 

3. Converse, não acuse
Agora, nada de enviar um e-mail ou informar primeiro com o setor de RH. “Fale sempre com o gestor”, diz Mariciane Gemin, sócia-gerente da Asap. “É uma questão de compromisso, de respeito e maturidade”.
Não vale também atravessar a porta da sala do seu quase ex-chefe com todas as pedras possíveis nas mãos. Esse é um momento diplomático. E não a hora de lavar a roupa suja ou desentalar todos os sapos que engoliu ao longo do tempo. Só faça críticas construtivas se isso realmente for pertinente. Se não, o ideal é manter-se transparente e sincero, mas sem atacar. 

4. É proibido blefar
Agora, se a sua estratégia é pedir demissão apenas para conseguir um aumento, esqueça. Definitivamente, esqueça. Há grandes chances de esta técnica malandra descambar para um belo tiro no próprio pé.
“Não deve virar um leilão. Se você sentiu desvalorizado ao longo de todo esse tempo, em um curto espaço de tempo vai voltar a questionar a relação de novo”, afirma Mariciane. 

5. Esteja pronto para a guerra por talentos
Agora há também a chance do chefe fazer uma contraproposta. E você deve estar preparado (e certo) da resposta que dará a ele. Se for sim, avise imediatamente a outra parte envolvida.
“Quando a reposta for não, diga que é mais que uma questão de remuneração e, sim, experimentar novos ares, conhecer novas pessoas”, diz Araújo. 

6. Não saia do dia para a noite
Cuidado com as empresas que querem que você assuma o novo cargo já no dia seguinte à proposta de emprego. Em média, o mercado pede 15 dias para o tempo de transição.
Mas só feche isso com a nova empresa após conversar com a antiga. 

7. Não fuja aos 45 do segundo tempo
Se o chefe aceitar sua disponibilidade durante esse período, não jogue tudo para o alto. Faça seu trabalho como se não fosse deixá-lo dali em alguns dias.
“Trabalhe para deixar a casa em ordem da melhor maneira possível”, diz Araujo. “Repasse todos os detalhes dos projetos em que estava envolvido. Faça de tudo para que a empresa não saia prejudicada dessa transição”. 

8. Discrição
Nesse período, jamais dê espaço para conversas de corredor. Fofocas, maledicências ou outros parentes próximos dessa prática devem ficar abolidos do seu cotidiano.
“Nessa transição, dependendo da posição, algumas empresa acabam optando por não declarar que o executivo está fazendo uma passagem de bastão para não gerar ruído, euforia no mercado”, diz Mariciane. Não fure esse acordo.

9. O último dia
No último dia de emprego, envie um e-mail com seus contatos pessoais – não os da futura empresa – apenas para as pessoas com quem você conviveu ou manteve proximidade durante o período de trabalho. Não vale enviar uma mensagem para a empresa inteira. Cuidado com o teor do texto do e-mail para não colocar a companhia e seu chefe em uma saia justa. 

10. É a vida
Agora, por mais desafiante que uma transição como essa possa parecer, lembre-se isso faz parte da vida profissional. Se tomada no tempo correto, essa decisão pode ser determinante para a sua evolução na carreira.
“Da mesma forma que as empresas demitem os funcionários, eles podem demiti-la também”, diz Araújo. Mas sem perder a compostura e o senso de profissionalismo. Combinados? 


Artigo extraído do Portal Memes Gestão.